
Teror, Firgas, Arucas e a adega de rum Arehucas. Recolha às 9:45 no Posto de Turismo de El Muelle, regresso ao mesmo sítio às 15:00.
É a pergunta que leva a maioria dos passageiros ao balcão de excursões do próprio navio, por cerca do dobro do preço, e a preocupação é justa: uma excursão por conta própria é mais barata precisamente porque o navio não a cobre, o que também significa que não espera.
Por isso faça a conta você. Pegue na sua hora de regresso a bordo, normalmente trinta a sessenta minutos antes de largar. Subtraia o caminho de volta: uns vinte e cinco minutos a partir das aldeias do norte, contra uma hora larga a partir do sul. O que sobra é o tempo que tem de verdade. No norte fica-lhe a tarde. No sul fica-lhe o relógio.
Há uma excursão pensada exatamente para este problema. Recolhe-o na zona do cais de cruzeiros às dez menos um quarto e deixa-o no mesmo sítio às três: Teror, Firgas, Arucas e a adega Arehucas com prova de rum, num miniautocarro de 22 lugares com guia local. Se a sua hora de embarque for às quatro e meia ou mais tarde, as contas fecham com folga.

Uma rua de varandas de madeira entalhada que sobe até à basílica da padroeira da ilha. Tranquila durante a semana.

Uma vila que construiu a rua principal à volta de uma cascata de trinta metros em pedra lavrada. Paragem para fotos.

Uma igreja de pedra vulcânica negra tão grande que todos lhe chamam catedral.

A destilar desde 1884. Barris de carvalho assinados por visitantes e uma prova antes do regresso.
A recolha é às 9:45. Se a chegada estiver prevista depois das 9:15, esta saída não lhe serve: confirme a hora de chegada antes de reservar.
No Posto de Turismo de El Muelle (Muelle de Santa Catalina, 4), às 9:45. Conforme o sítio onde o navio atracar, fica mais ou menos perto: conte com o tempo para lá chegar. A morada e um telefone vão no voucher.
Deixamo-lo no mesmo Posto de Turismo às 15:00. A maioria dos navios larga às 17:00 ou mais tarde; se a sua hora de embarque for antes das 16:30, não reserve esta.
Não inclui refeição e as paragens são curtas. Tome o pequeno-almoço a bordo e almoce no regresso: o navio e Las Canteras ficam ao lado.
Sim, desde que consiga estar no Posto de Turismo de El Muelle às 9:45. O regresso é no mesmo sítio às 15:00; a partir daí segue por sua conta.
Grátis até 24 horas antes da partida.

Quer o seu navio largue esta tarde, quer embarque esta noite, quer tenha saído dele esta manhã com um voo para apanhar, está na mesma situação: cerca de seis horas e uma hora de regresso que não pode falhar. Esta página é sobre o que vale a pena fazer com elas.
A maioria gasta-as mal, e a culpa não é sua. É um problema de mapa.
Procure Gran Canaria e vão aparecer-lhe as dunas de Maspalomas, Playa del Inglés, Puerto Rico: areia, torres, o postal. Ficam todas no extremo oposto da ilha, a 45 ou 50 quilómetros do seu cais. São uma hora de autoestrada para lá e outra para cá, com sorte. Duas das suas seis horas a olhar para a berma, para chegar a uma zona balnear que encontraria noutros quatro países.
O norte começa a uns dez quilómetros do cais. A mesma ilha, a um quarto da distância, e é a metade que se parece com o que imaginava antes de vir: socalcos de bananeiras rasgados na encosta, pedra vulcânica negra e aldeias que desaparecem na nuvem aos quatrocentos metros. Isto não é uma preferência local. É um mapa.
A Teror vai a ilha inteira quando tem alguma coisa a pedir. Uma única rua de varandas de madeira escura, talhadas e salientes, que sobe até à Basílica de Nossa Senhora do Pinho — padroeira de Gran Canaria e razão por que meia ilha aparece aqui todos os setembros. Numa terça-feira qualquer está sossegado, e as varandas continuam lá.
Firgas construiu a sua rua principal à volta de uma cascata. Trinta metros de água a descer por pedra talhada no meio de uma aldeia de dois mil habitantes, com os brasões de todos os concelhos da ilha encastrados no muro ao lado. Soa a capricho municipal e é absolutamente encantador.
Arucas tem uma igreja de rocha vulcânica negra tão grande que toda a gente lhe chama a catedral, embora nunca o tenha sido. Levou quase todo o século XX a erguer, por canteiros da terra, com pedra tirada estrada acima.
E depois a cave. As Destilerías Arehucas destilam desde 1884 e são uma das casas de rum mais antigas ainda em funcionamento na Europa. Caminha-se entre barricas de carvalho americano empilhadas até ao tecto, com o ar denso e doce, a ler as assinaturas na madeira. No fim, prova-se. Demora uma hora larga e é o que as pessoas contam ao voltar ao navio.
Também é um bom plano. Vegueta, o bairro antigo, fica a uns quinze minutos a pé do porto ou a uma curta corrida de táxi: ruas empedradas, a Catedral de Santa Ana e a Casa de Colón.

Do outro lado do istmo fica a praia de Las Canteras, três quilómetros de areia com uma barreira de rocha que trava as ondas. Ambas se fazem a pé ou de táxi e deixam-lhe tempo de sobra para voltar ao navio.
Euros, tomadas espanholas e preços bastante mais baixos do que a bordo. Os táxis do terminal andam a taxímetro e há muitos. Na zona do porto quase toda a gente se desenrasca em inglês; à medida que se afasta, menos. E se navegar no inverno leve mais uma camada: a costa é amena todo o ano, mas as aldeias estão a várias centenas de metros e nota-se.
Atualizado a 13 de setembro de 2026